11/06/2008

Revitalização da Amando ainda no papel

Por Renato Fernandes

O projeto de revitalização da Rua Amando de Barros ainda não saiu do papel. O presidente da AEAB - Associação de Empresários da Rua Amando de Barros, vive a expectativa de assistir ao início das obras ainda esse ano, o prefeito Mário Ielo, pretende atender essa expéctativa, mas explica que o começo necessita de estudos técnicos.

O projeto desenvolvido pelo arquiteto Rodrigo Michelin e apresentado a população no início de março não sofreu nenhuma alteração, entretanto é necessário conhecer os detalhes do projeto para abrir o processo licitatório. “Tenho uma reunião com a Sabesp ainda hoje (ontem) para tratar da revitalização. Não é uma simples obra, temos várias questões que devem ser levadas em conta, como por exemplo, o tipo de tubo exato que deverá ser usado para a passagem de água, esgoto e fiação elétrica pelo subterrâneo”, explica Ielo.
A intenção do prefeito é iniciar os trabalhos em breve, mas não determina data exata. Enquanto aguarda as obras Seródio confessa que tem enfrentado a cobrança dos comerciantes instalados ao longo da Amando de Barros. “Para ir ao banco, que fica há três quarteirões de meu estabelecimento, tenho levado em média uma hora, tenho sido cobrado nas ruas”, disse.
Sem temer o uso político da revitalização ou a interferência negativa do período eleitoral nessa fase do projeto, o empresário adianta que pretende agendar reuniões com todos os candidatos a prefeito. “Assim que o quadro estiver definido vamos sentar para conversar com cada candidato para saber a respeito desse projeto, que atualmente não é uma expectativa apenas dos lojistas, mas de toda a população” ressalta.
A AEAB tem mantido contato constante com a prefeitura, acompanhando cada ação do executivo com relação a esse assunto. “Não abandonamos a idéia, acreditamos muito no prefeito e temos convicção de que essa obra deverá ter início em breve. A revitalização é uma luta que já soma mais de três anos. O prefeito pode ter perdido a oportunidade de entregar a obra concluída, mas poderá começar esse trabalho”, coloca Seródio.

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