maio 13, 2009

FMVZ promoveu palestra de auditores do Tribunal de Contas

O objetivo da palestra foi orientar e esclarecer dúvidas dos servidores da Faculdade, das demais unidades da Unesp de Botucatu e das fundações sobre o tema licitações.

Cerca de sessenta pessoas, entre servidores das seções de finanças e materiais das unidades da Unesp em Botucatu e representantes das fundações ligadas à Universidade, estiveram reunidas na tarde do dia 12 maio, na Casa da Arte da Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia. O objetivo do encontro foi assisitir uma palestra sobre licitações e contratos proferida por Rafael Ribeiro Calegari Gomes, auditor da unidade regional do Tribunal de Contas em Bauru.

A palestra foi realizada a pedido da FMVZ com a intenção de orientar e esclarecer dúvidas dos servidores que lidam diariamente com o tema. Gomes abordou diversos aspectos do tema, como as súmulas do Tribunal de Contas, as falhas mais comuns nos editais, os casos de inexigibilidade de licitação, além de questões polêmicas sobre o pregão.

As diversas mudanças no regramento das atividades públicas exigem atualização constante por parte dos servidores, como afirmou José Paulo Nardone, diretor da unidade regional do Tribunal em Bauru. ”A lei do pregão, as parcerias público-privadas e a lei de responsabilidade fiscal são exemplos de novidades que buscam trazer o Estado para um nível de eficiência mais aceitável. O servidor interessado em acertar precisa correr atrás dessas novidades. Nós, como órgão de controle externo da administração pública, estamos aqui para tentar contribuir dentro da nossa experiência e do nosso conhecimento específico da área para que todos nós erremos menos”.

A iniciativa de convidar o Tribunal para esclarecer as dúvidas dos servidores da FMVZ, das demais unidades e das fundações foi elogiada por Nardone. “O convite para estarmos aqui sinaliza o interesse em acertar e vem ao encontro da nossa forma de atuação, através de uma política de orientação pedagógica. Achamos que é melhor prevenir do que remediar, para que as entidades fiscalizadas errem menos”.