junho 23, 2009

Interior supera regiões metropolitanas na geração de empregos formais

A empregabilidade no interior do Brasil mostrou-se altamente positiva no mês de maio. As 79.218 vagas geradas representaram uma expansão de 0,68% sobre o saldo do mês anterior. Crescimento acompanhado pelo conjunto das nove regiões metropolitanas analisadas pelo Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged). Embora não tenham conseguido superar o saldo do interior do país, a criação de 34.202 vagas garantiu uma ampliação de 0,26% sobre o estoque de abril. Os dados foram divulgados nesta segunda-feira (22) pelo ministro do Trabalho e Emprego, Carlos Lupi.

"O interior segue em um bom ritmo de crescimento; apoiado pelo setor agrícola, que gerou 52.927 vagas, e a grande contribuição proveniente da cadeia sucroalcooleira da região centro-sul do país", comentou Lupi.
Seguindo a tendência dos meses anteriores, interior continua a criar postos de trabalho e alcança 79.218 novas vagas em maio. Apesar de mais discreta, as regiões metropolitanas geram 34.202 vagas celetistas
O interior de Minas Gerais foi o destaque nacional, com 32.621 novas vagas de trabalho - 19.084 postos a mais que o gerado no mês anterior. São Paulo aparece logo depois (+31.472), seguido por Paraná (+7.574), Bahia (+7.090), Pernambuco (+3.572) e Rio de Janeiro (+3.297).

Àreas metropolitanas - Apesar de não ter conseguido superar o total de postos gerados pelo interior, as regiões metropolitanas também têm muito o que comemorar. Isso porque as 34.202 vagas geradas no mês de maio representaram uma expansão de 0,26% sobre o estoque do mês anterior. Ou seja, foram criadas 14.194 novos postos apenas no último mês.

Tal melhora contou com a contribuição expressiva da região metropolitana de São Paulo, que respondeu pela contratação formal de 13.049 novos trabalhadores (+0,23). A Grande Belo Horizonte também deu sua contribuição ao gerar 4.897 vagas, juntamente com as àreas metropolitanas do Rio de Janeiro (+4.623) e de Curitiba (+4.108).

O destaque do Nordeste ficou por conta da Grande Fortaleza e suas 2.580 carteiras de trabalho assinadas; seguida pelas regiões metropolitanas de Salavador (+1.970) e Recife (+1.752).

Assessoria de Imprensa do Ministério do Trabalho e Emprego





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