setembro 29, 2009

Quico Cuter se emociona em lançamento de livro

Por Renato Fernandes
Foto Marcelino Dias


Na noite de sexta-feira (25), o jornalista esportivo e policial Quico Cuter recebeu amigos e convidados, no salão social da Associação atlética Botucatuense (AAB), para o lançamento de seu livro biográfico “Aconteceu Comigo... As Peripécias de um Repórter”. “Foi um dos dias mais emocionantes de minha vida. Fiquei impressionado com o carinho que recebi de todos aqueles que estavam presentes”, disse.

Segundo ele, o momento mais emocionante da noite, foi quando o jornalista Haroldo Amaral subiu ao palco e convocou patrocinadores, apoiadores e companheiros de redação a contarem histórias vividas ao lado do autor. “Não esperava esse carinho todo. Quase tive um infarte”, brinca. “Foi uma surpresa muito grande o Haroldo (Amaral) subir ao palco e chamar antigos companheiros de imprensa para relatar histórias que não constavam, nas páginas do livro”, disse.

A emoção tirou o sono do repórter, que anunciou o interesse em lançar uma nova publicação. “A adrenalina foi tanta que não consegui dormir, já penso em uma nova publicação, com histórias enviadas por companheiros de trabalho”, coloca.

Outro momento marcante, foi a entrega de uma moção de congratulações que o jornalista recebeu da Câmara Municipal de Botucatu, homenagem de autoria dos parlamentares Benedito José Gamito e Reinaldinho, assinada por unanimidade na Casa de Leis. “Só senti falta das autoridades policiais da Cidade. Pessoas com quais trabalhei durante anos”, disse.

O livro conta histórias que marcaram os 20 anos de carreira do jornalista. Período que compreende a sua saída da Duratex, até os dias atuais. Nas páginas, Cuter revela situações que passou ao lado de entrevistados, fontes e companheiros de trabalho, na busca pela matéria isenta e verdadeira.

Obra já pode ser encontrada em livrarias

O livro “Aconteceu Comigo... As Peripécias de um Repórter”, pode ser encontradao nas livrarias e bancas de jornais da cidade por R$ 29.

A publicação tem a tiragem de mil exemplares com trabalho gráfico assinada pela Incubadora Cultural de Botucatu.

Dizer o quê agora?

O quê é que eu poderia dizer depois do lançamento do meu livro ocorrido naquela noite de 25 de setembro de 2009, no salão social da AAB - Associação Atlética Botucatuense? O quê vou dizer para todos que lá estiveram? Minha família e meus amigos? O quê dizer para minha mulher Rita e para minha filha Valéria, que participaram de tudo isso? Estendo todas as homenagens que me fizeram a elas.

Queria poder citar aqui, um por um, o nome de todos que lá estiveram, mas correria o imperdoável risco de esquecer alguém. Pergunto-me: Meu Deus, será que sou merecedor de tudo aquilo que aconteceu? Sou merecedor de todas as palavras a mim dirigidas?

O quê eu vou dizer, por exemplo, do Haroldo Amaral, que na base do improviso tomou o microfone e me fez subir no palco? Não bastasse isso, chamou também os vereadores Benedito José Gamito e Reinaldinho (este presidente da Câmara Municipal), para entregar uma moção de congratulações e aplausos assinada pela unanimidade dos vereadores. Esta homenagem foi uma iniciativa do Gamito. O quê dizer para esses vereadores?

Já era emoção demais para aquela noite, mas o Haroldo queria mais. Chamou os parceiros que estiveram comigo neste projeto literário: o presidente da AAB, Carlos Alberto Bonaldo, o Carlão; o presidente do Sindicato dos Comerciários, Sérgio Ortiz; o Secretário Municipal de Educação, Narciso Minetto, o diretor responsável do Jornal Diário da Serra, Pedro Manhães (que me fez chorar, o danado), ou o editor do Diário, Carlinhos Pessoa.

E fora do palco teve mais: Fazer dedicatórias para pessoas de quem eu sou fã de carteirinha, também foi o máximo. Ah! E o quê dizer do prefeito João Cury, que também abraçou esse projeto e compareceu na AAB para me prestigiar e dizer-me todas aquelas palavras carinhosas?

Gente, o quê dizer de todas as palavras elogiosas a mim proferidas? Se a ideia era presenciar um infarto ao vivo, por muito pouco não conseguiram. Não bastasse isso, o que falar dos companheiros que também subiram ao palco para lembrar fatos inusitados?

Meu Deus , como meu coração, que já passou de meio século, aguentou tudo aquilo? O quê dizer de disso tudo? Não bastasse isso, acabei me tornando imortal...Imortal, meu Deus...Até agora a “ficha” não caiu.

De verdade: agora acredito que dinheiro é muito bom, sem dúvida, mas não é tudo nesta vida. Não mesmo! Que dinheiro paga as homenagens sinceras que me fizeram? Todas aquelas palavras de carinho... Meu choro...Definitivamente, há coisas que o dinheiro não pode pagar!

Jesus! O quê dizer para cada uma das pessoas que estiveram presentes nesse evento? Meu Deus, eu não sabia que essas pessoas gostavam tanto de mim...

Então, a todos, indistintamente, que compareceram na AAB, assim como aqueles que por motivos vários não puderam comparecer, mas estavam lá de coração, só posso dizer duas palavras:
Muito obrigado!

Quico Cuter