outubro 30, 2009

Mercado de presentes está otimista para o final do ano

A troca de presentes no final do ano só acontece nos últimos dias de dezembro, porém as empresas do setor começam a trabalhar bem antes. Quem atua nesse mercado está otimista, pois se espera grande movimento.

“Sessenta por cento das vendas estão concentradas nos últimos 3 meses do ano”, informa Teresa Mendes, proprietária da “Teteliê” - que produz embalagens para presentes, e é uma das nove empresas instaladas na Incubadora de Empresas de Botucatu.

Ela lembra que muitas corporações, pequenas ou grandes, optam por presentear seus funcionários e clientes. Dando preferência a embalagens que levam a sua marca, ou seja, um produto personalizado.

Nessa área de embalagens para presentes, existem opções criativas, como por exemplo: caixas de vinho (ou outras bebidas) produzidas em madeira MDF, com a pintura que imita o couro; relógios, risque-rabisque, porta-baralho com contador, embalagem para DVD de casamento e formatura, kit para festas infantis, entre outros.
No ramo de embalagens, sessenta por cento das vendas estão concentrados nos últimos 3 meses do ano
Os clientes do Teteliê são empresas de diversos segmentos, incluindo também o comércio atacadista e o de varejo. “O diferencial é que as pessoas optem por algo feito na nossa terra. Ao mesmo tempo que oferecemos um artesanato de qualidade, possuímos uma alta escala produtiva para atender a demanda do mercado. Além disso, pensamos no meio-ambiente, usando tintas sem solventes”, argumenta a empreendedora, Teresa Mendes.

Ela conta como surgem as ideias para os artesanatos. “Tudo vira produto. Quem cria é o próprio cliente, mostrando a sua necessidade”, cita Teresa. “Uma caixa personalizada para cesta de natal, por exemplo, acaba se transformando em objeto de decoração da casa”, lembra o sócio da empresa, Daniel Riboldy, que atua no negócio com a mãe.


Os preços dos produtos são convidativos. O porta-caneta custa cerca de R$ 4,00 e o porta-vinho: R$ 13,00.


A paixão pelo artesanato - Primeiro a arte surgiu como um hooby na vida de Teresa Mendes. Com o tempo, as pessoas foram gostando do trabalho e pediam os mais diferentes produtos. “Isso acabou virando negócio”, conta ela, que antes trabalhava como gerente de compras da INDUSCAR (antiga Caio), fabricante de ônibus.


Oportunidade – A Teteliê passou a existir a partir de abril deste ano com a entrada na Incubadora de Empresas de Botucatu. “Vir para a Incubadora foi transformar o caseiro no profissional. Foi positivo em todos os sentidos. Temos toda a assessoria. Aprendemos diversas coisas, como cálculo de custos. Temos um espaço alugado com valor diferenciado, e outras facilidades. Aqui é uma escola”, define Teresa.