fevereiro 22, 2010

Alunos do 5º ano de Medicina promovem palestra sobre câncer de pulmão

Alunos do quinto ano (internato) do curso de Medicina da Faculdade de Medicina de Botucatu/Unesp (FMB) promoverão, dia 11 de março, a palestra “Conversando sobre o câncer de pulmão”. A atividade será às 15 horas, no Anfiteatro Prof. Emérito Marcelo Fabiano de Franco (Anfiteatro da Patologia).

O conteúdo do evento será voltado ao público em geral, com enfoque nos fatores de risco, prevenção, diagnóstico precoce e tratamento

O conteúdo do evento será voltado ao público em geral, com enfoque nos fatores de risco, prevenção, diagnóstico precoce e tratamento. Será a primeira vez que uma atividade deste tipo é realizada na Disciplina de Cirurgia Torácica. Após a apresentação será oferecido um lanche aos participantes.

Organização Mundial de Saúde (OMS) estima que no mundo inteiro cinco milhões de pessoas morrem todos os anos vítimas de doenças provocadas pelo fumo. No Brasil, são 200 mil mortes por ano. O câncer de pulmão é o mais comum de todos os tumores malignos, representando um aumento anual de 2% na sua incidência mundial. No Brasil, a doença foi responsável por 14.715 óbitos em 2000, sendo o tipo de câncer que mais fez vítimas.

O tabagismo é o principal fator de risco do câncer pulmonar, sendo responsável por 90% dos casos. O câncer de pulmão está atualmente entre os tumores de maior incidência, com mais de 900.000 novos casos por ano. Nos Estados Unidos, em ambos os sexos, o câncer de pulmão é a causa líder de mortalidade entre os tumores (95.400 homens e 62.000 mulheres num período de um ano), representando 25% das mortes por câncer e 5% das mortes em geral.

No Brasil, a incidência do câncer de pulmão é 19.600 casos anuais, sendo a mortalidade de 12.750 casos por ano. Infelizmente, esses dados são imprecisos devido à maneira de sua coleta, que não representa devidamente todas as regiões do país e suas características próprias.

A incidência do câncer de pulmão é maior para pacientes a partir dos 50 anos e do sexo masculino, porém esta predominância masculina tem diminuído, esperando-se que nos próximos anos a relação homem/mulher se iguale, principalmente nos países desenvolvidos. Essa observação correlaciona-se com o aumento do número de mulheres fumantes. (com informações do Instituto Nacional do Câncer)

Assessoria de Comunicação e Imprensa da FMB e HC/Unesp


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