abril 05, 2010

Cineclube Ybitu Katu entre os mais atuantes do Brasil

O cineclube Ybitu Katu está listado entre os mais atuantes do Brasil, segundo relação do site “Observatório Cineclubista do Brasil", (http://www.culturadigital.br/cineclubes/). “Estamos ao lado de tradicionais cineclubes como o Cine Clube Dissenso (Recife) e do Tela Brasilis (Rio de Janeiro). Muito obrigado a todos que nos apóiam e ao público que participa das sessões”, agradece Carlos Alexandre Henrique Fernandes, um dos responsáveis pelo cineclube.
O posicionamento surpreendeu Fernandes. “Eles devem tomar como base a agenda de cada cineclube, e a nossa está na internet. Sem dúvida é um grande incentivo para o nosso trabalho. Nunca tivemos a pretensão de estruturar uma entidade, ou formar associação.  Somos um grupo de amigos que passa os filmes nos sábados à noite”, esclarece.

A programação temática deste mês ressalta o cinema mexicano, que desde os anos 40, é marcado pelas atuações do Cantinflas. Marcado também pelo surrealismo dos anos 60 e 70.



Confira a agenda:
10/04: A Montanha Sagrada (Alejandro Jodorowsky, 1974) - Jodorowsky interpreta o papel do “alquimista” que reúne um grupo de pessoas que representam os planetas do Sistema Solar. Sua intenção é submeter o grupo a uma série de ritos de natureza mística para que se desprendam da bagagem “mundana”.

17/04: Los Bastardos (Amat Escalante, 2008) - Em 24 horas, o filme descreve a vida de Fausto e Jesus, dois trabalhadores mexicanos em Los Angeles. Como em todos os dias, eles sofrem grande pressão no trabalho. Mas diferente de todos os outros dias, dessa vez Jesus carrega uma espingarda na mochila.

24/04: O Anjo Exterminador (Luis Buñuel, 1962) - Depois de uma festa, os convidados simplesmente não conseguem deixar o local, sem que haja uma explicação racional para isso. Conforme o tempo passa, as máscaras dos antes bem relacionados começam a cair e revelar suas verdadeiras e mais profundas facetas.

As sessões ocorrem aos sábados, às 19h30, no Centro Cultural de Botucatu.  Praça XV de Novembro, nº 30.

Por Renato Fernandes