abril 04, 2010

Osnis: objetos não identificados navegam em nossos mares e rios

Osnis (Objeto Submarino Não identificado) é um segmento de estudos da ufologia que trata dos objetos que são avistados submersos ou na superfície de rios, lagos e mares. Os estudiosos deste tema são conhecidos como Osniólogos.
Os objetos são avistados a olho nu e através de radares, que registram profundidades extremas, demonstrando a capacidade de suportar pressões superiores à capacidade dos mais modernos submarinos.

Outra característica é a velocidade e manobrabilidade, que destoam dos veículos com tecnologia terrestre. O desempenho e dinâmica não são compatíveis com o ambiente aquático.
Apesar das qualidades subaquáticas muitos desses objetos são submergíveis e voadores, guardando ainda características anfíbias. Os principais países ou regiões com registro visual de osni são Porto Rico, Japão, Rússia, Escandinávia, Brasil, Venezuela e EUA.

Um dos primeiros relatos de avistamento de osni está registrado no Diário de Bordo do navegador Cristovão Colombo, datado em 11 de outubro de 1492, mesmo dia em que aportou nas Ilhas de San Salvador.

Segundo consta, na madrugada, enquanto passava pela área conhecida como Triângulo das Bermudas, uma das caravelas que estava a seu comando foi rodeado por um objeto submerso, brilhante e com forma de charuto.

O objeto rodeou a caravela, emergiu e ganhou os céus, em seguida passou a emitir feixes de luz. Enquanto estava sob ação dos feixes os instrumentos de metal deixavam de funcionar e ficavam extremamente pesados. A interferência aconteceu durante horas.

Outros relatos colocam o Brasil como ponto de aparições de osnis. Em 30 de junho de 1967, o navio cargueiro "Naviero" detectou um objeto com 30 metros de comprimento, emitindo luzes branco-azulada. O osni passou rapidamente por baixo do cargueiro e sumiu.

Em 1970, foi registrado outro caso intrigante, desta vez, oito pessoas que transitavam pela Praia do Leblon, no Rio de Janeiro, testemunharam um objeto em forma de disco girando na superfície da água.

O objeto possuía aproximadamente seis metros de diâmetro e cúpula transparente na parte superior, onde, segundo as testemunhas, havia dois tripulantes.

No final da década de 1970, em 1977, o município paraense, Colares, era constantemente atacado por estranhas luzes. Entre a população o fenômeno ficou conhecido como “Chupa-chupa” e gerou uma operação militar apelidada de “Operação Prato”, comandada pelo coronel Uyrangê Hollanda.
    Holanda comandou a Operação Prato e registrou osnis    

O militar registrou o caso em vídeos e fotografias. Um dos pontos investigados pela operação foi a Baía do Sol, que fica na Ilha do Mosqueiro, local onde foram avistados vários objetos estranhos, de dimensões diversificadas, e fartos casos de avistamentos de osnis, que saiam das águas e alçavam voo.

Osniólogos ressaltam que as aparições não se restringem apenas aos mares e rios americanos e ressaltam altas incidências em pelo menos de 15 regiões distintas levando especulações sobre bases submarinas nos quatro cantos do globo terrestre, como nas Bermudas, Mar do Diabo, Mediterrâneo ocidental, Ilhas Canárias, Golfo Pérsico, Argentina, Patagônia, Pólo Norte, Antarctica, Austrália, Nova Zelândia, África do Sul, Pacífico Norte, Venezuela  e Pacífico Sul.

O maior exemplo dessa abrangência global do fenômeno se encontra na Rússia. Recentemente a Marinha Russa liberou arquivos de encontros com esses objetos ao jornal on-line Svobodnaya Press.

Segundo o ex-oficial da marinha e ufólogo Vladimir Azhazha. "Cerca de 50% dos encontros com ovnis estão relacionados com os oceanos. Quinze por cento com os lagos. Então, os ovnis preferem a água".

O Almirante Yury Beketov, afirma que uma infinidade desses aparecimentos ocorre no Triângulo das Bermudas. A autoridade naval relata que no local são comuns as avarias de instrumentos, sem qualquer razão aparente, ou detecção de forte interferência.


"Em diversas ocasiões, os instrumentos revelaram objetos se movendo a incrível velocidade. Calculamos cerca de 230 nós, 400 km / h acelerar desta forma, é um desafio, mesmo na superfície, mas a resistência na água é muito superior. É como se os objetos desafiassem as leis da física. Existe apenas uma explicação: esses objetos são construídos com materiais, muito superiores aos nossos, por antigas civilizações, alienígena ou de outros mundos, escondidos de nossos olhos em águas profundas", coloca.

Outra constatação das autoridades aponta que os objetos são comuns em áreas onde existem concentrações de frotas da OTAN (Organização do Tratado do Atlântico Norte) e citam regiões já conhecidas como Bahamas, Bermudas e Porto Rico. “São mais frequentemente vistos na parte mais profunda do Oceano Atlântico, na parte sul do Triângulo das Bermudas e no mar do Caribe. De acordo com alguns especialistas na área de Porto Rico, há uma base ovni subaquática”, diz o primeiro capitão, Igor Barklay.

Na Venezuela, a notícia referente à existência de uma base submarina na região conhecida como "El Litoral Central", foi transmitida pela imprensa em 1973, por Victor Gesua. Como exemplo foram citados os casos observados em noite de 23 para 24 de março do mesmo ano, quando, quando o pedestres que transitavam nas ruas de La Guaira foram testemunhas de um ovni ziguezaguiando de norte para sul. O objeto emitia clarões de luz azul e estacionou sobre o clube Playa Azul por aproximadamente 15 minutos em seguida seguiu para o mar e a cerca de 15 milhas da costa passou a originar grandes ondas na superfície da água.

Na ocasião entrevistaram Julian Hidalgo Montezuma, observador noturno, ele afirmou ter avistado luzes alaranjadas de forma tubular, como foguetes saírem da água a grande distância da costa e desaparecerem no céu.


Nos mares do Caribe, o funcionário público, Carmelo Pantri Salazar, relatou o avistamento constante de objeto entre as 18 e 19 horas, em um período de pelo menos 10 dias consecutivos, em março de 1973.

Segundo ele, o osni emergia no lado oposto ao terminal de passageiros da marinha de "La Guaira" e seguia velozmente para o sul, em direção de "El Avila Range". Entre as características do objeto, Salazar fala sobre a mudança de cor e forma.

No dia 28 do mesmo mês e ano, o aeroporto de Maiquetia reportou a presença de ovnis. A imprensa local citou a relação desses aparecimentos com a teoria de uma base submarina, onde os objetos aterrissavam com freqüência em praias isoladas na parte oriental da costa venezuelana, onde haviam sido encontradas pedras e areias chamuscadas.


Repórteres do jornal "Últimas Notícias", da capital Carácas, estiveram no local e ficaram impressionados, a praia era famosa por suas formações rochosas e o hipotético local de aterrissagem estava livre das pedras, a impressão dos profissionais é que as mesmas haviam sido atiradas para longe.

O solo possuía áreas chamuscadas como se tivessem sofrido a ação de um "maçarico".  Em outro ponto foi encontrado um buraco, que foi apelidado como o "Ninho dos Ovnis", onde havia um grande número de caranguejos mortos.

As marcas duraram pouco tempo, algumas noites mais tarde, os traços foram apagados pela ação da maré. Na região foi registrada por testemunhas a presença de objetos estranhos a uma altura de 200 metros durante aproximadamente 10 minutos.

Voltando à Rússia, ex-oficial da marinha Vladimir Azhazha relata que um submarino nuclear, em missão de combate no Pacífico, avistou no radar cerca de 6 objetos submersos.

Os osnis passaram a ser perseguidos e para se livrar o submarino utilizou manobras em alta velocidade, o comandante ordenou que o submarino emergisse e os objetos acompanharam e voaram para longe.

O lago russo Baikal também é situado como ponto constante para o avistamento de osnis, a área é o mais profundo lago de água doce no mundo. No local, marinheiros afirmam ocorrerem avistamentos constantes de luzes nas profundezas. As visões lembram holofotes, piscando como "flash" de solda elétrica.

No mesmo lago observaram cilindros, discos prata e luminosos, que emanam raios de luz. Em 1982, um grupo de mergulhadores militares foi até o fundo do lago e segundo consta, um grupo de criaturas humanóides vestidas com trajes prateados foram encontrados.

O encontro ocorreu a uma profundidade de 50 metros. Os mergulhadores tentaram capturar os estranhos, mas três dos sete mergulhadores morreram, e quatro ficaram gravemente feridos.
Tanta agitação nos oceanos não deixaria de ser notada e pesquisada pelos governos. Uma das supostas bases que analisa o fenômeno, de forma velada, pertence aos Estados Unidos e está localizada a aproximadamente mil e quinhentos quilômetros de profundidades, trata-se da estação submarina AUTEC (Atlantic Undersea Teste and Evaluation Center).

O local é apresentado como Centro de Testes Submersos Atlânticos e Evaluação e fica na Ilha de Andros, nas Bahamas. Sua utilização é voltada a testes de novos tipos de armamento, a localização é estratégica, fica estranhamente em uma das pontas do Triângulo das Bermudas.

Apesar de secreta, a base possui um site próprio onde explica que  as pesquisas estão associadas ao programa Foracs (Forças Navais e de Precisão Bélica) da Otan (Organização do Tratado do Atlântico Norte) e as oito nações que participam do órgão: Canadá, Dinamarca, Alemanha, Grécia, Itália, Noruega, Reino Unido e os Estados Unidos.

Os Estados Unidos também utilizam rotineiramente as instalações do maior porto do Panamá, o Vasco Núñez de Balboa, para estoque e reabastecimento.

Ainda de acordo com o site oficial, a missão da base é apoiar todo o espectro da guerra submarina, fornecendo monitoramento tridimensional exato, avaliação de desempenho, e dados para  atender pesquisa, desenvolvimento, teste e requisitos de avaliação, para a avaliação da frota de treinamento.

Ufólogos comparam essa base com a Área 51, base que fica no deserto de Nevada supostamente utilizada para a análise e investigação de ovnis.

Documentário sobre a Autec

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