janeiro 27, 2011

Dog Walker: eles podem levar seus animais para passear

          A adestradora Sílvia Regina Martins cobra até R$ 20 por hora de passeio              

Uma nova classe profissional está surgindo na cidade tratam-se dos adestradores, que destinam parte de seu tempo em passear com os animais. A função já ganhou até nome “chique”: “Dog Walker”.

Davi Martins atua nesse segmento há dois anos, e explica que chega a ganhar até R$ 900. “Varia muito. Em épocas de férias como agora, o faturamento é mais alto, mas existem períodos que a arrecadação chega a R$ 200. Na média, dá para tirar R$ 500 por mês”, comenta.

Outra profissional do ramo é Sílvia Regina Martins. Ela cobra R$ 20 por hora de passeio, mas não tem um balanço do valor que arrecada mensalmente.

“Acabamos aplicando alguns conceitos básicos de adestramentos nesses passeios”, explica.
Ambos os profissionais explicam que desenvolvem um itinerário próximo à residência dos proprietários dos animais. “É uma hora de passeio sempre bem aproveitada”, diz Davi.



Conceitos de adestramento são fundamentais - Não basta ter boa vontade; é fundamental aos interessados em entrar para esse universo profissional conhecer conceitos de adestramento. “Existem cursos específicos em Bauru, onde o aluno aprenderá técnicas de adestramento e de passeio”, diz Sílvia Regina.

Segundo ela, na maioria dos casos, a carteira de clientes é composta por proprietários que já contrataram o serviço para o adestramento. “Quando o cão já tem afinidade com o adestrador, o passeio acaba sendo mais produtivo”, finaliza Sílvia.

Adestramento, passeio e até tratador - Davi Martins explica que muitas vezes o trabalho extrapola o simples passeio. “Tenho clientes que saem viajar e acabam contratando um profissional para passear e alimentar os cães”, explica. O profissional também alerta para a necessidade de mão-de-obra capacitada.

“É fundamental que o proprietário dos animais tenha plena consciência de que vai confiar o seu animal a uma pessoa capacitada e formada em adestramento. Não se pode brincar com a saúde e o bem-estar do ‘melhor amigo’”, comenta o profissional.