outubro 23, 2012

“O Teatro Mágico” apresenta seu novo show no BTC, no dia 11 de novembro

O Ginásio do Botucatu Tênis Clube (BTC) recebe no dia 11 de Novembro a banda “O Teatro Mágico”, com o show “A Sociedade do Espetáculo”, a abertura do clube está prevista para as 19 horas e o show terá inicio às 20 horas.

“A  Sociedade  do  Espetáculo” completa  a  trilogia  da  Cia  musical está na estrada há mais de oito anos, como principal fenômeno da internet no Brasil, obtendo mais de seis milhões de downloads oficiais na rede, milhões de visualizações no Youtube, centenas de seguidores e fãs em redes sociais além  de  aparições  importantes  em  programas  da  mídia  tradicional.


O  novo trabalho  representa  o  amadurecimento  musical  da  banda  no  último  período,  que compreende  o  lançamento  do  “Segundo  Ato”  (2008). A  produção é assinada por Daniel  Santiago, integrante  da  banda e  parceiro  de Hamilton  de  Holanda,  músicos  que configuram entre  os  principais  expoentes  da  musica instrumental contemporânea brasileira.
Com o confronto de ideias no estúdio, o grupo agora se propõe a fazer um pop moderno, sofisticado e fundamentalmente brasileiro. As músicas que continuam “acessíveis ao público”, resguarda a essência do projeto.

O show usa como referência desde Milton Nascimento e o  clássico Clube da Esquina, até a guarania gaúcha.

“A Sociedade do Espetáculo”  tem  seu diferencial  na  inovação  estética  musical,  capaz  de  reunir  elementos  da  música internacional com uma forte brasilidade, fazendo assim, uma fusão de ritmos.

Influência filosófica: O álbum também se intitula com o nome do livro de Guy Debord “A Sociedade do Espetáculo”.  A obra ainda atual do filósofo francês versa sobre a imagem enquanto elemento organizador da sociedade do consumo, transformando a realidade em ficção, e a ficção em realidade.

O conteúdo das melodias e letras vai trazer o questionamento do mundo em que vivemos hoje. Como em “Amanha...será?”, inspirada  nas  revoluções  que  aconteceram  no  oriente  médio,  organizadas  pela Internet, e “O mundo não vale o mundo meu bem”, com uma pegada Drumondiana.

Assim como no álbum anterior,  a trupe chega à cidade e discute o seu cotidiano político/cultural, sem esquecer também do lado  sentimental, como foi no primeiro CD (Entrada para Raros, 2003), álbum este que resgata um humanismo individual e coletivo,  provocando  uma  catarse  com  o  forte  tom  de  positivista.