fevereiro 18, 2013

Programe e passe o réveillon em Paris, e realize o sonho de muitos brasileiros


Um dos destinos mais cobiçados para o final de ano é Paris, a Cidade Luz, que tem um dos melhores e mais famosos Réveillon do mundo; Com o dólar se estabilizado dá para viajar sossegado. No entanto se para este ano não dá mais tempo, sonhar e planejar não tira pedaço de ninguém.


A capital da França é o hoje um dos locais preferidos para as produções cinematográficas. O cartão postal mais conhecido de Paris é a Torre Eiffel; construída em 1889, a Torre foi planejada inicialmente para ficar de pé por apenas 20 anos, é considerada o principal símbolo da cidade. Com seus 317 metros de aultura, a torre possuía 7300 toneladas quando foi erguida, sendo que atualmente deve passar das 10000, já que são abrigados restaurantes, museus, lojas, entre muitas outras estruturas que não tinha na época de sua construção.

Tem ainda a Champs-Élysées, a avenida mais famosa do mundo. Lá o turista pode encontrar cinemas, cafés e lojas de artigos de luxo. O Arco do Triunfo é um monumento construido por Napoleão Bonaparte, em 1806 em homenagem aos franceses que morreram no campo de batalha.

No ponto mais alto da cidade ergue-se majestosamente a Sacré Coeur, basílica localizada no topo da montanha de Montmartre.

A catedral de Notre-Dame também faz parte do roteiro, a famosa construção gótica fica bem no centro de Paris e atrai a atenção de pessoas do mundo todo.

E assim, a cidade encanta pela beleza de sua arquitetura, suas perspectivas urbanas e suas avenidas, bem como por seus vários museus. Em 1991, as margens do Rio Sena foram consideradas Patrimônio Mundial da Humanidade.

Sendo uma das quatro mais importantes cidades do mundo, Paris não tem apenas Torre Eiffel e o Arco do Triunfo como atrativos. A cidade reserva vários encantos para pessoas de todos os gostos.

Indo a Paris não deixe de maneira alguma de visitar o Centro Georges Pompidou (Centre National D'art et de Culture Georges-Pompidou). Fundado em 1977, o local é um complexo cultural que abriga museu, biblioteca e teatros entre outras atrações relacionadas a cultura.

Recentemente foi anexado ao Centro Georges Pompidou o Atelier Brancusi que abriga esculturas do artista romeno Constantin Brancusi em um ambiente que recria as condições de trabalho e a luminosidade de seu estúdio de criação.

O Centro Georges Pompidou foi desenhado pelo italiano Renzo Piano e pelo britânico Richard Rogers. Na época o projeto foi considerado extremamente arrojado, sendo inserido em um momento de crise da arquitetura moderna, embora tenha sido bastante criticado.

Alguns teóricos afirmam que o Centro (tanto pela sua arquitetura quanto pela sua proposta) é um dos marcos do início da pós-modernidade nas Artes. Sua implantação configura a existência de um espaço público (a praça do Centro) para o qual as suas atividades internas se estendem.

O local é um dos principais exemplos da arquitetura high-tech, uma tendência dos anos 70 e que continua a ser explorada até hoje e se inspira na arquitetura industrial e nas novas tecnologias. Esta arquiterura utiliza os elementos tecnológicos como objetos estéticos.

No Centro Pompidou, isto pode ser observado nas grandes tubulações aparentes (dutos de ar condicionado e outros serviços), nas escadas rolantes externas  e no sistema estrutural em aço por sua semelhança aos sistemas industriais.
Na biblioteca do Centro há uma vasta coleção de livros, acesso gratuito à Internet, jornais e revistas de todas as partes do mundo e televisões com canais internacionais.

Já que estamos falando de cultura, é lógico que não demos deixar de “visitar” o Museu do Louvre (Musée du Louvre), que ficou ainda mais famoso depois que apareceu no filme o “Código Da Vinci”. Construido por Napeleão Bonaparte, o Museu está localizado bem no coração de Paris, entre o Rio Sena e a Rue de Rivoli.

O Louvre era a sede do governo monárquico francês desde a época dos Capetos medievais, tendo sido abandonado por Luís XIV em favor do Palácio de Versalhes. Parte do palácio real do Louvre foi aberta primeiramente ao público como um museu em 8 de novembro de 1793, durante a Revolução Francesa.

É no o Museu do Louvre que se encontram as famosas obras: a Mona Lisa, a Vitória de Samotrácia e a Vênus de Milo. Por lá também pode ser vista uma enorme coleção de artefatos egipcios, além de obras de Ticiano, Rembrandt, Goya e Renoir. Ou seja, a maior mostra de Arte e Cultura Humana do mundo.
A mais recente e significativa modificação no Louvre foi o projeto "Grand Louvre", motivado pelo presidente François Mitterrand, que permitiu abrir a ala norte do edifício, onde estavam gabinetes governamentais, e cobriu alguns pátios internos.

O elemento mais espetacular é a pirâmide de vidro desenhada pelo arquiteto chinês I. M. Pei no centro do palácio e por onde se faz agora o acesso principal. O museu reorganizado reabriu em 1989.