março 27, 2013

Após o período de 60 dias para inscrições, a Academia Botucatuense de Letras (ABL), divulga os nomes dos quatro candidatos às cadeiras de nº 4, 7, 18 e 20, que têm como patronos: Cassimiro de Abreu, Guilherme de Almeida, Paulo Eiró e Rubião Meira, respectivamente. São candidatos, o intelectual Olavo Pinheiro Godoy, Humberto Migiolaro, Benedito Barravieira e Joel Spadaro, antes de assumirem, eles precisam apresentar estudos sobre seus antecessores: Leda Galvão de Avellar Pires, Guilherme de Almeida, Antônio Gabriel Marão, Antonio Maria Mucciolo, Olívio Stersa e Domingos Alves Meira. Klar explica que Migiolaro está preparando a tese sobre o patrono Guilherme de Almeida, prioritariamente, mas também precisará escrever sobre os antecessores: Antonio Gabriel Marão e Antonio Maria Mucciolo. “Os Candidatos possuem elevado valor artístico-cultural, entregaram seus currículos e material publicado nas áreas: literária, artística e científica, conforme solicita nosso Estatuto. Avaliamos o material durante um mês, através de uma comissão composta pela diretoria da ABL. Marcamos então a segunda fase da seleção, as entrevistas individuais e os candidatos foram aprovados nesta fase, também”, ressalta Klar. Klar ressalta ainda que a tese é na verdade a terceira e determinante fase para a posse e ela deve ser entregue dentro do prazo de até 6 meses tendo como data máxima, o dia 9 de setembro de 2013. “Após a apresentação por escrito das teses, marcar-se-á a apresentação pública oral, de seu resumo, com espaçamento mínimo de um mês entre as apresentações, provavelmente, e um a um dos Acadêmicos toma a Posse das Cadeiras às quais estão inscritos”, comenta Klar. Para Olavo Godoy, a sensação em assumir uma cadeira na ABL, representa uma circunstância maravilhosa de estar mais próximo de pessoas cuja convivência é extremamente proveitosa em todos os aspectos: o espiritual, o intelectual, o moral e o ético, “sem falar no exemplo que nos dão de vidas dedicadas às letras e ao Brasil. A ilustre companhia é a melhor parte da glória que fica, eleva, honra e consola, pois graças a Deus, desfrutamos dela em vida”, diz. O articulista do Diário, Humberto Migiolaro, diz que estar na ABL é uma glória imerecida, porém, não deixa de ser uma grande glória. “Representa algo que nunca sonhei e que me faz muito feliz. Sinto honrado em saber que com minha literatura que mistura um pouco de jornalismo, ficção e poesia foi valorizada com tanto prestígio”, comenta.


Após o período de 60 dias para inscrições, a Academia Botucatuense de Letras (ABL), divulga os nomes dos quatro candidatos às cadeiras de nº 4, 7, 18 e 20, que têm como patronos: Cassimiro de Abreu, Guilherme de Almeida, Paulo Eiró e Rubião Meira, respectivamente.



São candidatos, o intelectual Olavo Pinheiro Godoy, Humberto Migiolaro, Benedito Barravieira e Joel Spadaro, antes de assumirem, eles precisam apresentar estudos sobre seus antecessores: Leda Galvão de Avellar Pires, Guilherme de Almeida, Antônio Gabriel Marão, Antonio Maria Mucciolo, Olívio Stersa e Domingos Alves Meira.

Klar explica que Migiolaro está preparando a tese sobre o patrono Guilherme de Almeida, prioritariamente, mas também precisará escrever sobre os antecessores: Antonio Gabriel Marão e Antonio Maria Mucciolo.

“Os Candidatos possuem elevado valor artístico-cultural, entregaram seus currículos e material publicado nas áreas: literária, artística e científica, conforme solicita nosso Estatuto. Avaliamos o material durante um mês, através de uma comissão composta pela diretoria da ABL. Marcamos então a segunda fase da seleção, as entrevistas individuais e os candidatos foram aprovados nesta fase, também”, ressalta Klar.

Klar ressalta ainda que a tese é na verdade a terceira e determinante fase para a posse e ela deve ser entregue dentro do prazo de até 6 meses tendo como data máxima, o dia  9 de setembro de 2013. “Após a apresentação por escrito das teses, marcar-se-á a apresentação pública oral, de seu resumo, com espaçamento mínimo de um mês entre as apresentações, provavelmente, e um a um dos Acadêmicos toma a Posse das Cadeiras às quais estão inscritos”, comenta Klar.

Para Olavo Godoy, a sensação em assumir uma cadeira na ABL, representa uma circunstância maravilhosa de estar mais próximo de pessoas cuja convivência é extremamente proveitosa em todos os aspectos: o espiritual, o intelectual, o moral e o ético, “sem falar no exemplo que nos dão de vidas dedicadas às letras e ao Brasil. A ilustre companhia é a melhor parte da glória que fica, eleva, honra e consola, pois graças a Deus, desfrutamos dela em vida”, diz.

O articulista do Diário, Humberto Migiolaro, diz que estar na ABL é uma glória imerecida, porém, não deixa de ser uma grande glória. “Representa algo que nunca sonhei e que me faz muito feliz. Sinto honrado em saber que com minha literatura que mistura um pouco de jornalismo, ficção e poesia foi valorizada com tanto prestígio”, comenta.